quarta-feira, 3 de junho de 2009

UNE e movimentos sociais ocupam Congresso Nacional em defesa da Petrobras nesta quarta (3)

Retirado de http://www.une.org.br/


Integrada à campanha "Por uma nova lei do petróleo, pela retomada do monopólio estatal e em defesa da Petrobrás pública e com compromisso social", a UNE, a CUT, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) realizam nesta quarta-feira (3), uma "Ocupação pacífica do Congresso Nacional", data da instalação oficial da CPI da Petrobras. Neste momento, manifestantes estão concentrados em frente ao Congresso.
"Estamos na campanha em defesa do petróleo, na defesa do Brasil e em defesa de um fundo soberano, para garantir que os recursos sejam destinados ao povo brasileiro", afirmou a presidente da UNE, Lucia Stumpf.
Para o secretário geral da CUT, Quintino Severo, mais do que nunca, "neste momento é fundamental a unidade do movimento sindical e social em defesa da Petrobras e do patrimônio público nacional", daí a importância da atuação conjunta para "ampliar a defesa do nosso petróleo e do gás contra os que querem destruir a imagem da estatal, paralisar os investimentos e, com isto, diminuir o ritmo do desenvolvimento do país".
Nos últimos dias, foram feitas mobilizações vitoriosas que envolveram as Centrais Sindicais e o conjunto das entidades populares nos estados do Rio de Janeiro (21/05) e do Rio Grande do Norte (26/5). As próximas manifestações ocorrerão em Curitiba (2/6), Brasília (03/06) e Manaus (11/06).
Entre as propostas da campanha está a mudança na Lei do Petróleo, restabelecendo o monopólio estatal e o fim dos leilões; o fim da exportação do petróleo cru e investimento na indústria; fazer a mensuração da riqueza do pré-Sal com a conclusão do processo exploratório, com um inventário de onde está, qual a quantidade e quem ganhou nos leilões e a implantação de um Fundo Social Soberano de Investimento, voltado para as necessidades do povo brasileiro, como educação, saúde, trabalho, moradia e reforma agrária.
"Defender a Petrobras é antes de tudo defender os nossos interesses. Interesses daqueles que sabem que precisamos dos recursos do pré-sal, precisamos dos recursos oriundos dessa importante estatal brasileira para investir na saúde, na educação, na cultura, nos direitos do nosso povo e no desenvolvimento do nosso país", completou Lúcia.

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